terça-feira, 28 de julho de 2009

NYC: day two thougts


O segundo dia em Nova Iorque foi ainda mais cansativo do que o primeiro! Acordar às 6 da manhã dá tempo para aproveitar melhor o dia, mas dá sono! Levando a Xana para a sua formação às 8 da manhã, eu e a Ana iniciámos o périplo por Central Park.

A pensar em parques, fiquei curioso sobre se Lisboa tem um parque como tem NYC ou como o Porto (Parque da Cidade). Central Park é muito interessante e é um wake-up call para a velocidade da vida na urbe, nomeadamente, nos transportes públicos, nas estradas, nos trabalhos. Tudo é muito rápido em New York, mas este parque, tal como outros mais pequenos (como o muito activo Bryant Park) é muito calo e relaxante, sendo a pausa ideal para o turbilhão de ideias que a cidade faz passar pela mente (e talvez para as assimilar melhor).

As pessoas em NYC têm um espírito aberto e empreendedor. Hoje encontrámos um senhor que nos propôs uma volta de bicicleta pelo parque, tendo adaptado totalmente a viagem ao que já tínhamos visto e ao nosso orçamento também. A cortesia e disponibilidade demonstradas pesaram na gorjeta atribuída. À noite, em Little Italy, na busca de restaurantes, fomos abordados por um italiano que nos propôs o seu restaurante, o qual era acima do que previramos para esta refeição. Imediatamente, levou-nos a um outro restaurante e disse que lá se comia muito bem e mais barato do que no dele! Estas atitudes beneficiam a todos...

Aproveitando o City Pass, tomámos um cruzeiro num dos barcos que ajudou a salvar pessoas do avião que amarou (arriou) no Hudson River, há uns tempos, passando pela Ellis Island (onde foram avaliados e vacinados cerca de 17 milhões de imigrantes), Estátua da Liberdade e Brooklyn Bridge. Foi também o dia de passar por Wall Street e pelo construction site do novo edifício Freedom Tower, que está a ser construído no sítio onde antes se erguiam as Torres Gémeas.

Passando por uma centro tipo El Corte Inglés quase em liquidação (e repleto de gente, como seria de esperar), cedemos à pressão consumista e passámos um bom tempo a procurar peças de marca a baixos preços (com algum sucesso). De facto, em Nova Iorque sê nova-iorquenho.

O final do dia foi marcado por um cansaço desmesurado, o que nos levou a apanhar um New York táxi. Equipados com televisão, GPS, cartão multibanco, e apenas 3 lugares (devido ao vidro de segurança), estão anos-luz à frente dos portugueses, pelo menos, no que toca a tecnologia.

E assim foi mais um dia em NYC,

Para já, estamos a gostar mesmo muito

Sem comentários:

Enviar um comentário