sexta-feira, 31 de julho de 2009

NYC: day five thougts

Dia 5 foi o último dia completo que passamos em NYC. De manhã, enquanto a Xana arrancava ossos, visitámos Bryant Park, um pequeno parque no meio de arranha-céus, animado pela presença de artistas de 4 espectáculos da Broadway (a cantar as 3 principais músicas do seu).
Este parque é um exemplo paradigmático da visão estadunidense das oportunidades. Onde muitos vêm um parque pequeno que é preciso a Câmara tratar, os norte-americanos vêm uma oportunidade de fazer uma gestão privada do parque, na qual se procura essencialmente a animação e conservação do parque. Ao atrair eventos para o parque (que se encontra em plena zona de negócios) atrai-se pessoas para o mesmo, conseguindo assim patrocínios (Toyota, Bank of America, no que vimos). Somando isto à concessão de pequenos quiosques e lojas de sanduíches, o parque torna-se autosuficiente, as pessoas têm um parque animado onde podem comer e estar a ver eventos interessantes (à noite têm filmes ao ar livre à borla) e as empresas têm também espaço para a sua publicidade (com bancas de demonstração de produtos). É uma win-win situation que seria interessante aplicar em alguns casos em Portugal (assim de repente, ocorre-me a Praça Francisco Sá Carneiro no Porto).
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A sair da NBA store fomos abordados por três tipos com ar de gangster que nos ofereceram CDs e disseram que passavam na MTV, assinando as caixas e só pediam o que pudéssemos dar. Caindo na falcatrua (que percebemos 10 segundos mais tarde do que devíamos) demos 10$.
À tarde fomos ao Metropolitan. Um museu ao qual infelizmente dedicámos pouco tempo, mas que é muito interessante. Passámos por um templo chinês, por uma pirâmide egípcia, passando por esculturas gregas com o membro decepado, entre outros.

À saída do museu (na hora de fecho) vimos uma maneira diferente de ganhar dinheiro. Aliando a capacidade artística, humorística à aplicação no momento certo apreciámos o show de também três indivíduos do qual mostro parte em vídeo. Com muitas piadas e skills, bem como boa ligação com o público (chamaram a Ana como top model para fazer parte do show, por exemplo) fizeram-nos passar uns 20 minutos muito interessantes:

A pedido do Filipe Costa, fomos à Abercrombie & Fitch. A loja vende roupa casual mas com qualidade. Para o Filipe levo uma t-shirt como a que pediu.
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Depois de explorar um pouco a 5th Ave, partimos para o Soho (na foto) onde procurámos durante algum tempo o estúdio do Método DeRose, gerido pelo Marcelo Tessari. Perguntámos a algumas pessoas se conheciam o local e as três pessoas a quem perguntámos foram muito prestáveis: 1. Procurou no seu iPhone, mas não encontrou. 2/3. Foram connosco percorrer a rua (estávamos à procura do símbolo numa janela (descobrimos mais tarde que tinha sido retirado)) e ligaram para o 1820 americano e ligaram para o número que depois conseguimos arranjar. Os nova iorquenhos que encontrámos tiveram sempre esta atitude, prestável, simpática, atenciosa e educada (nada como muitas vezes se estereotipa).
Subindo ao 1º andar da 105 Thompson Street tivemos o prazer de conhecer o Marcelo e o seu (ainda) pequeno estúdio (http://derosemethod.blogspot.com/). Nada pequenas são as demonstrações no Central Park (que apareceu em jornais e na revista TimeOut NYC (a mais imporante no que toca a lazer)), porque têm muita muita gente. Depois de um bom convívio ao sabor de chai, partimos para Chinatown.

Chinatown à noite é muito diferente da de dia como nos constatou a Ana (que já lá tinha estado de dia). Contudo, os traços característicos mantêm-se. É muito grande, muito suja e há muito chineses, como seria de esperar. Todas as principais marcas que têm sucursal nesta zona têm os seus logótipos também em caracteres chineses (incluindo o McDonald's na foto). O carro que se apresenta está todo alcatifado (sim por dentro e por fora).

Para já, estamos muito felizes por ter vindo!

Valeu a pena



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